Não sabemos quando será o fim,
porém, convivemos confiantes de que estamos dando o máximo de nós mesmos para
que possamos ser feliz e compartilhar a alegria com os que estão a nossa volta.
Um dia agente decide o que fazer de nossas pequenas e humildes vidas,
crescemos, viramos responsáveis por nossos atos e somos capazes de decidir
qualquer coisa a nosso respeito sem que necessitemos único e exclusivamente de
um apoio, é claro, nem sempre isso é possível, às vezes devemos recorrer a algo
ou a alguém para que possamos eliminar algum empecilho em nossa vida. O mundo
corre junto com o tempo de um relógio em chamas que não para se quer um
instante para reabastecer, os ponteiros são a correria que temos que enfrentar
a cada momento de nossa vida, e cada número é uma esperança, uma luz, uma
vontade nova, onde boa parte do que se quer, se resume em apenas querer, correr
atrás, fazer por onde, merecer. A bateria de um relógio é como o nosso coração,
no momento em que ela acaba as horas não passam mais, e tudo o que corria agora
vive parado sem se quer um movimento, sem se quer um suspiro, nem mais um
segundo adiante. Observamos que os ponteiros das horas e dos minutos vivem
passando nos mesmos números, o dia e a noite inteira, porém podemos parar para
analisar, pode ser o mesmo número, mas não é o mesmo momento ou a mesma hora o
que nos ensina a não deixar o que se deve fazer agora para o depois, pois, o
momento pode não mais voltar e tudo se acabar por ali mesmo. Um momento de
tristeza e angústia pode ser seu parceiro por grande parte de sua vida, e eu
duvido que haja quem diga que não gostou de sofrer algo, ou que algum
sofrimento em sua vida não o fez enxergar um ensinamento no fundo. Dor é um
sinal de defesa do corpo humano, ao qual ele reclama que algo está errado, que
necessita de um reparo e de uma forma de revitalização, e isso é uma base para
observarmos a dor sentimental, a dor que vem antes do machucado, sendo aquela
que machuca e fere os corações, essa dor nos mostra que algo deve ser mudado e
que devemos observar o mundo ao nosso redor para que possamos nos aliviar dessa
angústia sofrida e estranhamente não explicada por nós mesmos. Não devemos
ficar esperando o pior acontecer para fazer uma mudança em nossa vida, não
precisamos chorar o corpo de um ente querido para que possamos ama-lo, tudo
isso deve ser simples e objetivo, fazendo com que o sentimento real e
significativo reine sobre os irmãos, os amigos, sobre principalmente às
famílias. Saiba, chorar depois que perdeu não vale mais a pena, pois a perda
ensina duramente os corações arrependidos, pois mostra que o erro já foi
cometido, e agora simplesmente o futuro aguarda uma certa quantidade de
acertos, para que não haja mais dor, tanto física quanto emocional. Pense
nisso.
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