AQUELAS VELHAS HISTÓRIAS: É um blog pessoal, onde deixo nos meus textos pensamentos, opiniões sobre algum assunto. Creio que todos nós temos algo em que pensar e nos sentimos no direito de nos expressar, cada um à sua maneira. Não é um blog para causar polêmica, dar ibope ou coisas do gênero, é apenas um meio o qual eu me sinto bem em estar comentando e dando minhas opiniões sobre determinado assunto ou momento. Desde já, obrigado pela visita.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Vida Minha
Sozinho é que eu encontro o verdadeiro “eu”, encoberto por uma parede de sentimentos que não sabe realmente o que sabe da vida, se será feliz ou não a impossibilidade de saber o torna mais curioso, pois os dias são longos as horas demoram a correr e o tédio empesteia cada pulo dos segundos desde o zero ao sessenta, modificando todo o seu jeito de ser a cada momento. Às vezes me pergunto, ou não sei, afirmo, “Deus tem um propósito muito grande pra mim no futuro próximo”, mas será que realmente o meu “eu” acredita de verdade nisso? Ou simplesmente se engana para sobreviver à dura rotina de estar longe de casa e lutar com as próprias mãos?
Por vezes paro e penso como era boa a vida de estudante do ensino médio, pois, ia pra casa e meu pai trabalhava como Sargento de uma cidadezinha a sete quilômetros da minha cidade, minha mãe professora, logo ficava o dia inteiro na escola e meu irmão também trabalhava. Chegava em casa fazia meu almoço, arrumava as coisas, deitava no sofá e dormia boa parte do dia, o serviço mais pesado que fazia, nem muito bem pode se chamar de serviço e sim de um hobbie, era ensaiar com minha banda as cinco horas da tarde, e mesmo assim somente uma hora por dia. E pode acreditar ainda tinha dia que reclamava.Hoje vejo como aquela rotina era o que muitos querem, mas não podem ter. Porém não mudou muita coisa, somente sai de casa pra construir meu futuro, mas ainda continuo o mesmo estudante de antes, às vezes é ruim não estar em casa, estar longe de tudo e de todos que amamos, mas isso se faz necessário, para que possamos ser independentes de nós mesmos, para que aprendamos a caminhar com nossas próprias pernas, mesmo sendo dependente de uma terceira perna às vezes, ou seja, de nossos pais, isso tudo é de grande valia para aqueles que realmente são capazes de lutar. Às vezes dói muito, as matérias da vida machucam, pois são rígidas, severas, mas nem tudo que é mal faz o mal, as vezes faz o bem que necessitaremos la na frente perante nossos filhos e netos, e nos dão o belo ar que se conseguirmos, nossa batalha terá um belo cheiro de vitória nos brindando com a alegria de estarmos vivos e ter aproveitado a experiência que de respirar e ter sentimentos.
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